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Queimadura solar: exagerou na exposição ao sol? Saiba como cuidar!

Durante o verão, o sol é um verdadeiro parceiro da estação. Ele proporciona dias quentes na praia, piscina, com atividades ao ar livre e ainda a vitamina D, muito importante para os nossos ossos. O problema é que, como quase tudo na vida, em excesso e sem a proteção adequada, o sol pode trazer alguns malefícios.

Além do câncer e do envelhecimento da pele, a queimadura solar, que é decorrente de um processo inflamatório intenso, pode trazer muito incômodo e dor a curto prazo. Ela ocorre, não apenas quando há sequelas mais graves, como o aparecimento de bolhas, mas também quando há a eliminação da pele morta precocemente, também chamada de “descascar”.

A queimadura solar possui alguns estágios e pode acontecer em qualquer pessoa, de qualquer idade, basta se expor a proteção adequada. Na fase inicial, temos a queimadura de primeiro grau: quando a pele fica quente, vermelha e ardendo. Na sequência, a queimadura de segundo grau: ocorre dor, inchaço e bolhas. No estágio mais avançado, pode acontecer a queimadura de terceiro grau: é o caso mais grave, quando a camada mais profunda da pele é atingida e as bolhas formadas são mais intensas.

Para tratar a queimadura solar, hidratação é essencial. Banhos frios e cremes calmantes a base de óxido de zinco também podem aliviar a ardência. Uso via oral de analgésicos como o paracetamol pode diminuir a dor local e a vermelhidão. Consulte-se com seu dermatologista para saber qual é a melhor opção.

E lembre-se: proteja-se e evite quadros de queimadura solar. Utilize diariamente protetor solar com FPS superior a 50 e reaplique a cada 2 horas, especialmente se estiver diretamente exposto ao sol. Além disso, use roupas, chapéus e óculos para se proteger.

Cuide da sua pele!

Fonte: SBDFL

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